AtÉ maiS veR.
Abri o peito como um livro e dele rasguei página ante página fragmentos de pele, folhas desta história timbrada a óxidos do ferro e argila, na vontade de esquecer o que a noite esconde para lá do olhar - Vi diluir a tinta da casca de mim mesmo no negro lavado de chuva do asfalto e de gazua falsamente empunhada na mão tranquei o livro... até mais ver.
Maio 2010
Sol Mata Lua.
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