terça-feira, 2 de novembro de 2010

AtÉ maiS veR.

Abri o peito como um livro e dele rasguei página ante página fragmentos de pele, folhas desta história timbrada a  óxidos do ferro e argila, na vontade de esquecer o que a noite esconde para lá do olhar - Vi diluir a tinta da casca de mim mesmo no negro lavado de chuva do asfalto e de gazua falsamente empunhada na mão tranquei o livro... até mais ver.
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Maio 2010
Sol Mata Lua.

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