O risco e a incerteza encrostados no peito como emblemas de lutas por travar, existem sem medO.
Ao longe a esperança e a curva no caminhO.
Para lá da curva o sonho tornado realidadE.
Para cá da curva um portão que se fecha nas memórias da alegria insatisfeita dos dias passadoS.
O dissabor da chave perra esventrando pela minha mão a alma do portão que agora fecho, há-de trazer-me o rubor da satisfação e um caminho livre na busca de um tesouro escondidO... Um recomeçO
Um novo portão se há-se abriR. Um novo portão se vai abriR… Um novo portão se está a abriR... entro e...

Set. 2008.
Sol Mata Lua.
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